Anne tinha 13 anos quando ganhou de presente um livro em branco de seus pais, e começou a escrever como um diário. Judia em uma Amsterdam ocupada pelos Nazistas em Junho de 1942. Seus pais eram imigrantes judeus da Alemanha.
Ela usa uma estrela amarela. Ela não pode entrar em bondes, ir ao cinema, andar de bicicleta e nem sentar em um jardim publico depois das 8. Mas todas essas regras pareciam não afetá-la, ela aceitou tudo com paciência.
Depois de um de seu aniversário, seu família é forçada a se esconder nos fundos de um velho predio. Ali, Anne, sua irmã mais velha e seus pais se esconderam como animais encurralados. Depois de alguns dias, uma outra família e um dentista se juntaram à eles.
De uma inocente criança, ela se tornou mulher. Você pode sentir ela crescer no livro.
Anee escreveu todas as situações, complicações que aconteceram. Mas, ela também escreveu seus sonhos, seu desejo de felicidade. Ela sempre estava grata à Deus por ainda estar viva e em boa saúde. Ela confiava plenamente que Deus nunca a abadonaria.
O dia D chegou e Anne pensou que finalmente sairia de sua prisão, voltaria para sua escola, sua vida.
Ela realmente saiu da prisão mas para um campo de concentração.
O diário acaba de Agosto de 1944, 3 dias antes da Gestapo os encontrar.
O diário foi entregue à seu pai, o único que sobreviveu, e ele publicou.
Anne morreu de tifo no campo de concentração em Fevereiro de 1945.
Então, se você me perguntar (o que você não vai, mas tudo bem), te direi que tenho medo sim do orgulho ferido, da humilhação. Um grande exemplo do perigo desses sentimentos foi esse idiota maluco, que usando apenas do incentivo em um povo pisado, massacrado pela Primeira Guerra Mundial, tirou tantas vidas. Vidas inocentes, vidas que não entendiam muito o porquê da briga, vidas como a de Anne Franck.
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