Sempre me pego procurando seu rosto, algo que não consigo evitar.
Quando não acho, me sinto aliviada, mas, confesso que um pouco frustrada.
Quando acho, o mostro que vive em mim se revira. Não é uma das melhores sensações do mundo. No instante em que ele se revira dentro de mim, um turbilhão de memórias passam em alta velocidade por trás de meus olhos. Me fazem lembrar de coisas que na maioria do tempo eu tento, embora que às vezes em vão, manter trancadas bem no fundo esperando que um dia se desfaçam.
Então eu enxergo seu sorriso. E percebo que poderia viver pra sempre só asistindo ele desabrochar de seus lábios. É estranho ver você sorrir sem mim. Tudo que fiz por você um dia foi para ver esse sorriso, já havia me acostumado em ser o motivo dele surgir em seu rosto.
Poderia esquecer o mundo sentada ali, observando você. Mas o monstro em mim me obriga a acordar desse meu êxtase, me mostrando minhas próprias memórias.
Com relutância, me vejo fechando a janela onde seu sorriso estava estampado, não por não conseguir te olhar, mas por não conseguir suportar a mim mesma.
E como que por mágica, o monstro volta a adormecer silenciosamente dentro de mim, todas as memórias sobre nós dois param de ferver e voltam para o fundo, onde um dia, eu espero que se afoguem.
amiga profuno.... deixa aih que um dia vou usar estas pavalras, sei q vou precisar delas um dia
ResponderExcluireita teclado maldito... as letras naum taum saindo x@
ResponderExcluirQuando eu crescer, quero escrever qe nem você *-*
ResponderExcluir'E como que por mágica, o monstro volta a adormecer silenciosamente dentro de mim, todas as memórias sobre nós dois param de ferver e voltam para o fundo, aonde um dia, eu espero que se afoguem.'
ResponderExcluirCaracaaa que lindo ctrl+ C nele amigaa! Muito profundo. Sinto o mesmo, em relação a esse texto. Saudadeees (L)
ResponderExcluir